Baixe aqui a lista dos matriculados.
Quais as tranças e desvios entre ritual e cena, performances e palco na história afro-brasileira? Como as funduras de personagens, montagens e textos teatrais anunciaram, rasgaram ou assimilaram os terrores racistas de cá? Em que pé vão as buscas estéticas e políticas no teatro contemporâneo africano hoje? Há namoros entre a dor e a comédia de pintar a cara de preto, nas tantas curvas e contextos desse Brasilzão congadeiro e rapeiro?
............................................. 25.02 | “Palhaços da Cara Preta”, com André Bueno (Linguista, Músico e Pesquisador de Cantos Afro-brasileiros. Integrante do Bumba-meu-boi maranhense em São Paulo) ............................................. Direção Geral: Grupo Clariô e Edições Toró |
![]() | ENTREVISTAAllan da Rosa Por Alexandre Graça Faria, Carolina de Oliveira Barreto, Fernanda Pires Alvarenga Fernandes e Waldilene Silva Miranda |
A literatura periférica, ou marginal, é um dos temas emergentes na academia. Não se trata, porém, de assunto cujo estudo deva limitar-se às obras publicadas, pois tal procedimento não dá conta de responder as implicações que o movimento da literatura periférica abrange. Neste sentido, a entrevista com um dos expoentes dessa área, o escritor e editor Allan da Rosa, torna-se vital para entender os processos estéticos, políticos e ideológicos que despontam na literatura brasileira contemporânea. (...)
SalvÊ!
Edições Toró pede licença e convida pra chegar nos puxadinhos mais recentes do nosso sítio. O www.edicoestoro.net
Confiando no poder da audição, do saber que chega pelos poros do ouvido ao agogô do pulso, o sítio da Toró traz entrevistas e recitais sedentos de atenção. Programas de rádio com a nossa história e nossa peleja, com nossos escritores das últimas décadas e nossas feridas e folias.
Pra ler traz mais pesquisas de vida e de escola, caminhando na beira e abrindo o umbigo das universidades públicas (nossas?). Além dos livros e vídeos gingando no sítio, pra baixar à vontade.
Vamos cabreiros com essa mídia graúda que massacra e resseca nossa cabeça faz tempo, mas vamo estudando e catimbando, que é pra nossa mídia de quebrada não reproduzir moldura e tinta, não copiar o muito alarde e o pouco fundamento, a pouquitinha filosofia. Não abraçar a sanha dessa mídia giganta com seus princípios de velocidade a 100 por hora, ibope e holofote. Não copiar a produção voraz que vem sem reflexão, sem fundura na idéia, superficial, viciada no tempo guloso de comer sem mastigar. Às vezes mudando o tema, mas chafurdando no bueiro do pensamento raso.
Agradecendo tua atenção, taí o convite pra controlar a correria da navegação na net e conhecer um pouco mais de cada ilha por onde a jangada passa, com sua flora e fauna de arte. Afinando a audição, crescendo na leitura, vitaminando o gesto.
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